quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Most of everyday is full of tired excuses.


Oláá pessoas!
Faz tempo que não venho aqui :O
Desculpem o abandono, mas é que eu estou na correria do final do ano. Muitos trabalhos, provas (tá, prova tem sempre mas enfim), seriados para assistir acumulados, coisas pra escrever, coisas pra lembrar, sono atrasado, problemas nem tão graves assim e etc etc... Ando fazedo muita coisa, eu acho.
Mas decidi vir aqui só pra dizer que não morri ;)

Então vos deixo com uma parte pequena de uma música da Joss Stone, que chama Governmentalist, pra valer em algo a entrada de vocês aqui:

'Govermental , confusion
Govermentalist , dilusion
Govermental confusion
A bunch of govermentalist , its dilusion.'

Quem quiser ler a letra inteira (que é muito boa btw) entre: http://www.jossstone.com/

Mais uma coisa meio nada a ver, hoje o Marquinho (professor de literatura) disse uma frase que me fez pensar... Deixo-a aqui para vocês pensarem também:

'Nomear um objeto é matar três quartos do prazer de descobrí-lo. Sugerir, eis o sonho.' (Stéphane Mallarmê)
Peace and love,
Kah *

Título: Música da KT Tunstall, Other Side Of The World.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Well open up your mind and see like me, open up your plans and damn you're free.



Estou sentindo necessidade de escrever por escrever. Nada mais indicado pra isso do que seu próprio blog, I guess. Então pessoas preparem-se para ler um monte de coisas que talvez não façam sentido nenhum juntas, mas que estão na minha cabeça.
Domingo passado foi uma data importante... Não, não foi meu aniversário, foi dia de eleição. Dia de escolher que vai cuidar da sua cidade por 4 anos (era assim a propaganda?). Um dia fundamental diriam alguns... Mas vamos cair na realidade. As eleições estão decaindo, os candidatos não sabem escrever (não foi uma indireta para o senhor presidente, ele sabe escrever -as vezes XD), não sabem falar, não sabem nem o que faz um vereador/prefeito.
Tenho 16 anos, pra mim o voto é opcional. Então me coloquei a pensar se queria votar. A resposta certa é: 'Claro! Tenho que exercer minha cidadania!'. Convenhamos que não é bem assim... Ainda se os candidatos fossem sérios, tivessem ideais e o mínimo de conhecimento, votar neles seria exercer cidadania, viver uma democracia, dizer o que você deseja pra sua vida.
Mas desta vez não teve condições, não votei... E ouvi muito a frase 'Ah, vou votar no MENOS PIOR.'. Isso me revolta! Não quero que o Brasil seja MENOS PIOR, quero que ele seja ótimo. Não quero um atendimento médico MENOS PIOR, quero um excelente atendimento médico. Não quero um transporte público MENOS PIOR, quero um que seja digno e descente. Não quero um líder MENOS PIOR, quero um que seja respeitável. Não quero uma vida MENOS PIOR, quero uma VIDA...
E eu sei que isso soa muito idealista, mas como diz o Nagy (professor de inglês), nós podemos sim fazer um mundo melhor. Basta que cada um saia do conforto da sua situação, saia da posição de comer quieto pra comer mais, e faça alguma coisa. Não podemos esperar dos outros a mudança que nós queremos ver no mundo... (pra não citar a frase que todo mundo já conhece ^^)


Peace and love.
Kah *

Título: Música do Jason Mraz, I'm Yours.
Yeaah, eu tinha que colocar ela, ouvi O DIA TODO com as meninas XD

Ps: Vote for Obama in US! Change, we can believe in [?]

domingo, 5 de outubro de 2008

Some things simply speak for themselves.

Alguns poemas do livro que acabei de ler (graças ao Gui) Poemas completos de Alberto Caeiro do Fernando Pessoa.
‘Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Que vem a chiar, manhãzinha cedo, pela estrada,
E que para de onde veio volta depois
Quase à noitinha pela mesma estrada.
Eu não tinha que ter esperanças — tinha só que ter rodas ...
A minha velhice não tinha rugas nem cabelo branco...
Quando eu já não servia, tiravam-me as rodas
E eu ficava virado e partido no fundo de um barranco.’

‘Falas de civilização, e de não dever ser,
Ou de não dever ser assim.
Dizes que todos sofrem, ou a maioria de todos,
Com as cousas humanas postas desta maneira.
Dizes que se fossem diferentes, sofreriam menos.
Dizes que se fossem como tu queres, seria melhor.
Escuto sem te ouvir.Para que te quereria eu ouvir?
Ouvindo-te nada ficaria sabendo.
Se as cousas fossem diferentes, seriam diferentes: eis tudo.
Se as cousas fossem como tu queres, seriam só como tu queres.
Ai de ti e de todos que levam a vida
A querer inventar a máquina de fazer felicidade!’

‘Vive, dizes, no presente,
Vive só no presente.

Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede.

O que é o presente?
É uma cousa relativa ao passado e ao futuro.
É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem.
Eu quero só a realidade, as cousas sem presente.

Não quero incluir o tempo no meu esquema.
Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas como cousas.

Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.

Eu nem por reais as devia tratar.
Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las;
Vê-las até não poder pensar nelas,
Vê-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.’

Ok, apesar dele me deprimir vou concordar que o cara é um gênio *-*
Não sei como o Fernando Pessoa conseguiu não se matar depois deste heterônimo, vai entender...

Peace and love.

Kah *
Título: Frase clichê, mas peguei de Grey's Anatomy, episódio 2x07, Something to Talk About.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

When my pain walks down on a one way street, I look above. I’m loving angels instead.

Pri ♥ Peka

Vim aqui só deixar esta foto em homenagem aos meus anjos... Porque durante todos o tempo que elas estiveram comigo, MUITA coisa aconteceu.
Várias roupas estragadas porque elas tiravam do varal, várias corridas pelo condomínio quando elas fugiam, várias babas gosmentas, vários banhos (que acabavam me incluindo), várias risadas, várias brigas por ter esquecido de colocar comida e água, várias histórias, brincadeiras, várias (e longas) conversas, várias fases de pulgas extraterrestres que vinham voando [?], várias coleiras vermelhas, vários ossinhos de presente de natal, vários ratos 'amigos' não foram mortos porque elas eram boazinhas, vários sustos e tombos da escada, várias quedas na piscina (e até no rio O_O), vários churrascos invadidos, várias galinhas perseguidas, várias vezes falei 'Elas não mordem, são boazinhas. Pode colocar a mão!', várias, várias. váárias *-*
E agora, que as duas estão no céu, eu vou sentir falta, eu vou chorar de saudades, eu vou olhar para o portão e desejar que elas subam pra dar oi e abanar o rabo, eu vou querer apertar as bochechas babadas e fazer carinho no papo...
Eu não sei como é viver sem elas aqui, mas sei que vão estar sempre comigo. Vão ser sempre as minhas pequenas bobonas, os meus ANJOS.

Peace and love.

Kah *
Título: Música do Robin Williams, Angels.