sábado, 10 de março de 2012

Previously on FRINGE...


Pessoas, eis meu trabalho de Jornalismo Básico baseado em Fringe UHAUHAUHAHUA ok que estava diagramado direito e coloridinho, mas o texto é o importante ok, usem a imaginação KKKKKK

São Paulo, 9 de março de 2012.

Jornalista brasileira faz primeira viagem intelectual no tempo da História

Na Universidade de Harvard, durante a tarde de ontem, cientistas criadores da tecnologia que permite “viagem no tempo” acompanharam jornalista brasileira nesta experiência.

Um pequeno grupo de cientistas da Universidade de Harvard, denominado Fringe Division (Divisão Fringe), divulgou em entrevista coletiva na última quarta-feira (7 de março) a invenção de uma tecnologia que permite a tão sonhada viagem no tempo.

Segundo Walter Bishop (62), líder do grupo de cientistas, esta tecnologia não consiste em uma máquina do tempo que permite uma viagem física através dos anos. “Seria ingenuidade achar que conseguiríamos transportar átomos através do espaço e do tempo.” diz Dr. Bishop “Esta tecnologia permite uma viagem intelectual, uma espécie de conexão mental entre um indivíduo e ele próprio em seu futuro. É uma simples questão de acesso a uma realidade alternativa e, por isso, só é possível conectar-se com a sua própria História”.

Após a entrevista coletiva e devido ao grau de avanço que a descoberta pode provocar, os cientistas selecionaram, entre milhares de jornalistas e outros representantes globais, uma única pessoa para testar a nova tecnologia. A seleção ocorreu na Universidade de Harvard durante a manhã de ontem (8 de março) e premiou com a possibilidade de conhecer o futuro uma jovem jornalista brasileira: Caroline Luchesi.

A escolha levou em consideração um complexo perfil psicológico “Procurávamos alguém que tivesse consciência da responsabilidade que seria relatar sua experiência ao mundo, mas, ao mesmo tempo, buscávamos alguém que pretendesse fazer as perguntas certas.” disse Olivia Dunham (35), cientista responsável pela seleção. “Muitas vezes, ao brincar com o futuro, as pessoas descobrem coisas indesejadas e reagem de forma negativa. Ainda não sabemos as consequências de conhecer o nosso futuro, esta tecnologia questiona diretamente a existência do termo destino e por isso precisávamos ter certeza da pessoa que iríamos escolher.” Completou Dra. Dunham que não autorizou a divulgação de detalhes sobre o processo de seleção.

Caroline Luchesi tem 23 anos e, apesar da pouca idade, mostrou-se adequada à experiência. Recém-formada, a jornalista estava em Harvard devido a uma viagem a trabalho e se interessou pela descoberta dos cientistas da Fringe Division. Após pesquisas sobre o assunto Caroline se inscreveu na seleção. “Nunca achei que fosse ser escolhida!” diz ela “Me inscrevi, pois gostei muito da discussão e passei a pensar o que perguntaria a mim mesma se tivesse a chance. Acredito que esse momento de reflexão tenha me ajudado na hora dos testes”.

A jornalista conectou-se com o ano de 2042. “Foi uma experiência sensacional!” conta ela “Eu não vi a mim mesma no futuro, tampouco como o mundo aparentava. Conversei comigo como se estivesse usando um telefone, mas a conversa inteira acontecia na minha cabeça, eu não disse uma palavra em voz alta. Teve um momento em que duvidei que aquela pessoa fosse eu, mas fui convencida quando ela contou um episódio da minha vida descrevendo os sentimentos que tive com perfeição”. Quando questionada sobre as perguntas que fez, a jornalista afirma que buscou perguntar mais sobre o mundo e as transformações globais do que sobre sua vida pessoal. “Achei que poderia descobrir algo desagradável sobre meu futuro e que a descoberta pudesse me levar a tomar decisões erradas. As respostas que ouvi me deixaram feliz com quem eu me tornei, não queria correr o risco de saber algo ruim que me levasse a querer transformar a minha vida de hoje”.

Caroline narrou parte de sua entrevista consigo mesma: “Perguntei a ela coisas genéricas, como se o principal idioma do mundo ainda era o inglês e ela, supreendentemente, me disse que sim. Também questionei sobre o petróleo, sustentabilidade, água potável e ela explicou que o mundo não tinha passado por grandes mudanças, somente por adaptações. Fiquei frustrada ao descobrir que 20 anos se passaram sem que a mentalidade das pessoas tenha mudado e ela brincou dizendo que pelo menos o mundo não tinha acabado em 2012, como previram os Maias”.

Apesar de serem minoria, Caroline também fez perguntas particulares “Chegou uma hora em que eu não consegui conter a curiosidade e perguntei se ela tinha filhos, era bem sucedida e se se considerava feliz. Fiquei com medo da resposta, até porque não sei se o meu futuro vai ser igual, agora que eu já tomei conhecimento dele, mas quando a ouvi fiquei tranquila. Primeiramente ela me disse que era feliz, que tinha momentos tristes como todo mundo, mas que, de maneira geral, era uma pessoa realizada. Depois disse que se a minha visão de profissional bem sucedido era de alguém que ama o que faz, sim, era bem sucedida. E por último me contou que tinha uma filha de 7 anos”.

A jornalista descreve a experiência como inesquecível e teme a utilização desta tecnologia “Essa descoberta é uma mina de ouro,” diz ela “Mas pode ser usada tanto para o bem, quanto para o mal. Temo que ela caia nas mãos erradas e que as consequências de saber o futuro acabem com a possibilidade dele existir”.


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Espero que o professor me dê nota máxima só de olhar a outra foto da Anna Torv que eu coloquei no trabalho KKKKK

Peace and love,

Kah

quinta-feira, 8 de março de 2012

Qual de nós ainda não sabe que isso tudo te faz dona...


Hoje é dia 8 de março. Dia Internacional da Mulher, ok...

Láááá atrás (ok, talvez nem TÃO atrás quanto deveria ter sido), em 1857 nesse mesmo dia, nenhuma mulher ganhou presente, nenhuma mulher ganhou parabéns, nenhuma mulher recebeu mensagens de carinho e muito menos foi exaltada e reconhecida...

Neste dia 8 de Março de 1857, mulheres trabalhadoras de uma indústria de tecidos em Nova York fizeram uma greve para reivindicar melhores condições de trabalho, redução da carga horária de 16 horas para 10, salários iguais aos dos homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. Conclusão: ao final do dia as 130 tecelãs foram trancadas dentro da fábrica e morreram carbonizadas.

Greves já tinham sido feitas antes e já tinham sido reprimidas antes, mas nunca com tamanha violência. O fato desta ter sido feita por mulheres causou uma reação desumana, como se a mulher não tivesse direitos, como se não merecesse respeito. Não vou dizer aqui dos milhões de casos parecidos na história. Não quero provar que o mundo é machista, não quero citar revoltas e injustiças... Só quero lembrar o motivo do dia 8 de março ter sido escolhido, em 1910, para ser o Dia Internacional da Mulher.

Eu duvido que as 130 tecelãs que morreram em 1857 quisessem ganhar flores enquanto trabalhavam 16 horas por dia e recebiam um terço do que recebiam os homens que trabalhavam o mesmo tempo. O dia de hoje serve sim para elogios, carinhos e reconhecimento, porém mais do que isso, o dia de hoje serve para lembrar do que essas 130 mulheres reivindicavam. Serve para lembrar que ser mulher ainda representa ser menos na sociedade e que isto é simplesmente errado, ridículo, antiquado. Hoje é dia de lembrar que é INACEITÁVEL e que não é certo se submeter.

Então que nesse dia da luta da mulher as flores, presentes e caixas de chocolate não sejam mais importantes do que a consciência de que ser mulher não diminui ninguém, não dá menos direito a ninguém, não autoriza alguém a assediar ninguém, não permite que alguém materialize o corpo de ninguém.

Que hoje seja um dia da mulher, sim, mas que todos os dias também sejam. Porque eu sou mulher todos os dias, e vocês?

Peace and love,
Kah

Título: Dona, Roupa Nova.
Foto: Uma linda Seleção FEMININA e campeã Olímpica pra vocês.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Olá, eu sou sua fã... A número um, sou sua fã


Olá olá, pessoinhas!

Bom, eis um texto que eu tô querendo escrever há milênios e nunca tive coragem pra começar. Mas hoje me deu um ataque e BAM! Ele nasceu. Tudo bem que eu poderia escrevê-lo pra sempre (e vocês já vão entender o motivo), mas aqui está o que eu consegui colocar pra fora.

Ser Fã

"Ser fã. Bom... Ser fã é mais do que um ato ou estado, é mais do que uma condição. E fã... Fã é infinitamente mais do que um adjetivo e definitivamente mais do que apenas um sujeito. Ser fã é sentimento, é espírito, é entrega. Ser fã é não ter medo de se envolver, é se envolver demais. Ser fã é amar, é amor. Ser fã é ser cego enxergando e descontrolado tentando se controlar. Ser fã é dedicação, é trabalho, é suor, é emprego. Ser fã é sorriso, é choro (e quanto choro...). Ser fã é perder a respiração, é prender a respiração. Ser fã é carinho, cuidado, cultivo. Ser fã é um olhar, um olho brilhante, é a alma exposta pra quem quiser ver. Ser fã é coragem. Ser fã é gritar, é apoiar, é comparecer. Ser fã é magia e realidade. Ser fã é ser sonhador, planejador e realizador. Ser fã é tentar explicar e perder as palavras, é ser questionado e desandar a falar. Ser fã é sobre-humano, é desumano. É sacrifício e recompensa. Ser fã é saber que tudo valer à pena (quando a alma não é pequena). Aliás, ser fã é ter a alma maior do mundo. É abrigar dentro de si o amor incondicional e saber que é verdadeiro. Ser fã é ser verdade, é ver sentido. Ser fã é doação, coisa de louco. Porque ser fã é louco. É ser louco embora total e completamente são. Ser fã é criticar, brigar, defender e reconhecer. Ser fã é querer ser mais que conhecido, é querer ser reconhecido. Ser fã é lutar, perseverar. Não existe perseverança maior do que a de um fã... Ser fã é ser capaz de se alegrar com a felicidade e se sensibilizar com a tristeza alheia. Ser fã é sorrir para as possibilidades e se esquecer das impossibilidades, nem que seja só por um momento. Porque ser fã também é um momento, é o momento. Ser fã é ter objetivo, ainda que ele seja subjetivo. Ser fã é coração, cérebro, tripas. Ser fã é sentir o sangue ferver, é perder o ar dos pulmões e o chão sob os pés. Ser fã é intensidade... É tremer, gaguejar, ter amnésia. Ser fã é ficar mudo depois de ensaiar todas as perguntas do mundo. Ser fã é sair feio em foto, é pintar o rosto, vestir a camisa, balançar a bandeira. Ser fã é ser sem vergonha, cara de pau, pidão, chorão e mimado (todo fã adora ser mimado). Ser fã é amizade, é ser família, é ser irmão. Ser fã é surto. Inspiração. Transpiração. Ser fã é ser foda, é ser possível, é ser inteiro e completo sabendo que ainda cabe muito mais. Ser fã é transbordar e ser eterno, infinito... Porque ser fã, aaaaaah...

Ser fã é bom demais."

Bom, eu dedico esse texto a todos aqueles que, por serem fãs junto comigo, tornaram-se meus amigos... Mas dedico especialmente aos fãs da Shakira, os fãs mais maravilhosos que existem em todos os universos. Eu AMO vocês. Vocês são isso, vocês são tudo. E o melhor não espera adiante, o melhor é ter vocês na minha vida e manter vocês na minha vida.

Dito isso, adels!

Peace and love,

Kah

Título: Música da Ivete Sangalo (escrita pela Monica Sangalo, irmã da mainha), Fã.
Foto: Alguns dos meus momentos de fã UHAUHAUHA clique para ver melhor.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Antologia


Sabe quando você fica olhando pro teclado durante minutos, pensando em qual tecla apertar primeiro pra começar a explicar tudo aquilo que você tem pra dizer? Normalmente a primeira letra é o ‘e’ de “então...” e você até escreve o famoso “então”, mas se lembra de que não dá pra começar assim né? Que comecinho mais normal, mais confuso, mais... sem começo. Porque começar com um “então” já é começar pelo meio, todo mundo já disse que é melhor começar pelo começo e você realmente quer seguir o conselho de todo mundo. Daí você fica apertando o botão de apagar até o computador fazer aquele barulhinho irritante avisando que já apagou todas as 5 letras que você tinha digitado depois de 15 minutos com a página aberta.

E você começa a pensar em outra primeira letra... Pode ser ‘o’ de “ok” ou então ‘t’, ‘h’... Mas nenhuma parece boa. Você sempre teve dificuldade em começar a escrever, mas quando é pra colocar pra fora isso tudo o que você precisa nesse momento, as coisas parecem bem mais complexas. E você passa o alfabeto inteiro na cabeça sem achar uma única letra que dê início a uma palavra digna de começar a explicação. Você levanta, vai até a cozinha e abre a geladeira. Não, não é fome... É pra pensar mesmo. Alguém te lembra da conta de luz e você fecha a geladeira frustrado. Dependendo do seu jeito, você até bate a porta e escuta o barulho dos vidros batendo uns nos outros por causa do movimento, digamos, brusco.

De volta à frente do computador, você fica brincando com o mouse na tela. Para com ele em cima de todas as opções da barra de ferramentas e descobre que o programa tem mais funções do que você imaginava! Daí vem a nota mental de usá-lo pra fazer aquela coisa que você estava precisando. Então você se lembra de que está ali pra escrever, pra explicar e fica com raiva. Por que diabos não consegue começar? Qual é o seu problema? Não te falta vocabulário, gramática, treino e nem habilidade redacional, só uma porcaria de uma primeira letra. Até porque você sabe: depois que começa fica fácil.

Você levanta de novo, dessa vez entra no banheiro. Acende a luz e se olha no espelho à procura de espinhas pra espremer. Se achar alguma, ótimo! Espreme a coitada até sair sangue. Problema é se você está em dia de pele boa, porque, se este for o caso, nessa hora você não se lembra de que não ter espinhas é, na verdade, uma coisa boa e se irrita. Então você abre a torneira, lava as mãos sem motivo nenhum (mentira, é pra prevenir a gripe suína) e procura a toalha mais sequinha pra secá-las. E você se vê de novo de frente praquela página em branco com negocinho preto piscando, piscando, piscando... Piscando.

Chega uma hora que treinar digitação parece uma boa ideia e você começa a usar os dedos certos pra escrever “asdfg lkjh”. Mas não é pra isso que você está ali! Frustrado você checa a conexão com a internet e se ela está decente, primeira letra nenhuma te impede de abrir o google chrome (porque internet explorer já deu né?). De repente, nas guias da sua página, você vê todos aqueles sites que você precisa checar, sabe? Na sua mente, você promete a si mesmo que é só uma olhadinha, é só pra ver se clareia a mente ou se você lê alguma coisa que te inspira a escrever. E lá você vai: twitter, facebook, e-mail, spoilers de seriados (ou de novela, só muda o idioma), tabela da superliga de vôlei (ou daquele campeonato de futebol que tá tendo agora), primeira página da uol (ig, bol, msn, terra, whatever)... E quando você vê, BAM! 1 hora se passou e nada de inspiração.

Determinado, você aperta “sim” quando te perguntam se tem certeza de que quer fechar todas as guias. E o que aparece na tela do computador? Aquela maldita página com o negócio piscante, ainda sem nada escrito. Você olha pra barra de baixo: “Página: 1 de 1” “Palavras: 0”. Deprimente. Você corre o olho mais pra direita e acha o relógio: “4:07”. Da manhã, você completa mentalmente. E ok, já é muito tarde... Melhor deixar pra explicar amanhã. Enfim você corre o mouse até o “x” vermelho no canto superior direito da tela e ‘click’: a página em branco se foi. Mas sabe aquilo tudo o que você tinha que explicar e dizer? Não se foi junto com a página não, ficou exatamente no mesmo lugar à espera de uma primeira letra. O que você vai fazer agora?


Peace, love and words,

Kah

Olá, pessoinhas!

Resolvi começar a escrever de novo (e mais uma vez). Espero que dessa vez eu consiga postar com regularidade, porque né? Sempre prometo e nunca cumpro HAUUHAUHA

Até tinha pensado em criar outro blog, mas pra que ocupar espaço digital né? Dizem que ele não tem limites, mas diziam a mesma coisa sobre muita coisa que acabou. OH SNAP!

Então é isso, preparem-se para ler sobre mim, sobre você, sobre jornalismo, sobre vôlei, sobre música e qualquer outra coisa que passe pela minha cabeça.

Peace and love,

Kah

quarta-feira, 23 de março de 2011

Cuando menos piensas... Sale el sol!




Venho por meio deste post dizer que EU VI A SHAKIRA.

Eu vi. Eu vi muito vem visto. Vi assim, na minha frente. Vi com os meus olhos. Vi sim.

Quando eu me recuperar dos cansaços físico e emocional promeeto que venho contar, afinal, essa é uma coisa que NECESSITA ser documentada. Foi a realização de um sonho... Foi a realização DO sonho *-*

Sem mais.

Peace, love and Shakira,

Kah*

quinta-feira, 3 de junho de 2010



'porque será que as perguntas mais difíceis de se responder são aquelas que fazemos a nós mesmos?'

#pensenisso

Peace, love and music,

Kah*

quarta-feira, 2 de junho de 2010


"eu penso que tudo na vida é arte. o que você faz. como você se veste. o jeito que você ama alguém, e como você fala. o seu sorriso e a sua personalidade. o que você acredita e todos os seus sonhos. o jeito que você bebe seu chá. como você decora a sua casa ou uma festa. sua lista de compras. a comida que você faz. a sua letra. e como você se sente.

vida é arte."

Peace and love,

Kah*